Ausência

Pois é, desde o último post (19 de fevereiro) não tenho dado a devida atenção ao meu blog.

Mas enfim, estou de volta mais uma vez para criar algo interessante para aqueles que gostam e me acompanham pelo blog.

O que dizer que houve nestes últimos dias?

Bom descobri novas bandas, umas que eu conhecia uma coisa e outra e bandas que eu nunca havia ouvido antes.

Uma delas é o Star One, projeto criado em 2002 pelo multi-instrumentista Arjen Anthony Lucassen e que conta com a participação de diversos vocalistas e instrumentistas da cena Metal (Damian Wilson, Floor Jansen, Dan Swanö e Russell Allen).

Quem conhece o trabalho dele fora o Star One deve saber que Arjen já havia feito isso no passado com o seu projeto Ayreon, uma ópera-metal com temática voltada para a ficção científica. E não sendo tão diferente do Ayreon, Star One conta com uma temática similar, porém voltada para séries e filmes do gênero.

No primeiro disco, Space Metal, a temática é inteira dedicada a filmes/séries que falam de viagens espaciais como Aliens, Doctor Who, Blake’s 7, 2001, Star Trek, Duna, Star Wars e etc.

Space Metal

Star One

O material é bem interessante, para quem já ouviu Ayreon é algo completamente oposto pois é mais focado em guitarras, riffs certeiros e vocais magníficos.

Em 2010 eles lançaram Victims of the Modern Age onde o approach do disco é ainda mais pesado que o seu antecessor para também dar o clima certo para a temática do disco: filmes que falam sobre distopia e mundos pós-apocalípticos. Exemplos: Matrix, Laranja Mecânica, Planeta dos Macacos, Fuga de Nova York, Blade Runner, 1984 entre outros.

É um disco excelente, altamente recomendado para quem aprecia boa música e crê que não tem coisa boa saindo no mercado atual.

Confesso também que graças ao Star One pude conhecer melhor o trabalho desse cara aqui: Dan Swanö.

Dan é famoso por ter uma participado de diversas bandas da cena Death Metal Sueca, sua lista de contribuições é bem extensa conforme podemos ver no wikipedia, porém creio que há participações que não foram listadas. Mas enfim…

Dono de uma voz bem versátil, onde ele consegue cantar do mais grave dos guturais até algo mais melódico com vocais limpos, além de tocar bateria, guitarra, baixo e teclado. Simplesmente um artista completo. Lembro me que a primeira vez que tive contato com ele foi ao ler que ele havia composto algumas letras de música para o Hypocrisy no disco The Arrival de 2004, fora sua interpretação para a música Melissa do Mercyful Fate.

Claro que tenho ouvido bem mais coisas ultimamente e espero poder compartilhar minhas impressões aqui com vocês.

Mais uma vez peço desculpas pela minha ausência e prometo que serei mais pontual, nem que tenha que fazer posts rápidos.

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