O que eu ando ouvindo… 2

Bora falar um pouco sobre o que eu ando ouvindo recentemente.

Anthem

Anthem para mim é uma banda que eu tenho um carinho especial. Não somente pelo fato de serem uma banda japonesa, mas sim pelo fato de eu ter nascido no mesmo dia em que eles entraram em estúdio para gravar o debut Anthem.
Isso somado ao instrumental poderoso, os vocais certeiros e cheios de potência de Eizo Sakamoto, conhecido lá no Japão como o Ronnie James Dio japonês, fazem do Anthem uma banda ímpar com relação as demais que existem no arquipélago.

Inclusive quando ele saiu da banda em 87, seu substituto foi Yukio Morikawa, que possui um timbre similar ao do cantor Graham Bonnet, coincidência ou não foi o substituto do Dio no Rainbow.

Enfim, poderia ficar falando de Anthem este post inteiro mas vamos seguir em frente.

Huntress

Simplesmente uma das melhores surpresas que saiu no ano de 2012. Já falei sobre eles há uns posts atrás, digo tranquilamente que o debut, Spell Eater, é um dos que eu mais ouvi nesses últimos meses

Esse vídeo é uma prova de que a Jill Janus realmente canta as músicas.

聖飢魔II (Seikima II – pronuncia-se Seikimatsu)

Mais uma banda vinda do Japão, que em muitos momentos é comparada ao Kiss devido ao visual carregado e cartunesco. Porém embora o visual seja parecido, ou até mesmo ainda mais extravagante que o do Kiss, eles possuem talento e habilidades musicais ainda mais superiores que o quarteto mascarado.

Nos idos de 2007 eu ouvia com uma frequência absurda bandas japonesas, onze em cada 5 bandas que estavam no meu playlist eram de lá, e no ano anterior eu havia descoberto eles graças a esse vídeo.

O som deles transita em diversas áreas: das baladas pop até músicas bem pesadas, as músicas são construídas por uma cozinha bem consistente, um duo de guitarras extremamente afiado e o carisma e a voz de Vossa Excelência Demon Kogure, atualmente Demon Kakka.

High on Fire

É pesado, é sujo, é violento e ainda consegue ser épico !

Conheci o som deles graças ao blog Intervalo Banger, mais especificamente este post que falava sobre o processo de gravação do clássico álbum Death is this Communion. Quando apertei o play da música Dii fiquei estático e boquiaberto, pois como podia uma música soar tão inspirante?

Não demorou muito para eu procurar mais sobre eles e ficar fascinado com a rifferama que Matt e sua trupe proporcionam ao longo de seus discos.

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